quarta-feira, 27 de maio de 2015

A LIBERDADE DE DEUS


A LIBERDADE DE DEUS.
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Quando encontrei Aquele que me separou para Ele mesmo antes da fundação do mundo—delírio de quem crê e não duvida!—, uma das primeiras questões que me vieram foi sobre o destino daqueles que nunca haviam recebido a “informação” histórica acerca do Evangelho.

Li todos os comentaristas bíblicos que estavam disponíveis na biblioteca de meu pai e de muitos amigos teólogos e pastores.

Eu tinha entre 18 e 19 anos.

Sentia-me como um potro no cio pelas experiências do saber e do conhecimento.

Mas ninguém falava do assunto.

O Tema era Tabu!

Então, resolvi fazer o que sempre faço até hoje: ler a Palavra, mesmo que sem “acompanhante”, e pedir a Deus o discernimento do assunto.

Minha “tese” de ordenação ao ministério presbiteriano foi acerca disso.

Nunca a publiquei em razão de ter visto o alvoroço que ela causou no presbitério que se reuniu para “examiná-la”.

Foram quase três dias de debate!

A maioria me julgava “liberal” por ter o entendimento que ali expressei.

O que eles não podiam entender era que apesar de crer daquele modo, meu compromisso com o anúncio das Boas Novas era mais intenso do que eles conseguiam imaginar ser possível em alguém que afirmasse o que eu afirmava.

Meus eixos para o discernimento da questão eram simples:

1. Deus não condenaria à danação quem nunca soube nada além do que soube.

2. Cada um seria, portanto, julgado pela luz que teve, não pela luz que não teve.

3. A Cruz de Cristo é o centro de tudo. Portanto, a salvação é sempre em Cristo, mesmo que o salvo nunca tenha ouvido falar nEle como “nome próprio”.

4. O personagem Melquisedeque era a resposta para a Graça da Revelação que acontece “fora” do contexto geográfico, histórico, político, cultural da “informação” salvadora.

5. Os filhos de Abraão eram os condutores históricos da “informação salvadora”, não o limite da Graça salvadora.

6. A Queda em Adão não poderia ser mais esmagadora que a Salvação no Segundo Adão: Jesus!

7. Uma infinidade de textos do Antigo e do Novo Testamento me davam essa certeza: Deus nunca se confinou às fronteiras de nenhuma geografia; e não se tratava apenas de “Graça Comum”, mas, para mim, o Comum era a Graça. Nada poderia e pode ser “mais especial”.

8. A observação humana do fenômeno humano me mostrava, desde criança—talvez em razão da educação humana e aberta que vinham de meu avô, João Fábio, e de meu pai—, que Deus não manifestava a Sua “imagem” apenas nos “crentes”, mas em todos os homens— sem falar que meu avô nunca foi “evangélico”, mas poderia ensinar a todos os pastores que eu conheço o que é possuir uma consciência cristã, em relação a Deus, a si mesmo e ao próximo, mesmo sem ter tido a informação histórica acerca do benefício da Graça que nos alcançou em Jesus Cristo.

9. Sempre cri no inferno, mas nunca achei que ele fosse um lugar, e nem que pudesse ser aferido com categorias humanas de “tempo”. Para os “cristãos” o tempo é uma das coisas mais mal compreendidas; daí nosso conceito de “eternidade” ser tão vinculado ao tempo —a lgo que não acaba nunca; que a gente assiste como um dia depois do outro... Bobagem!

10. Minha motivação para pregar a Palavra não era o inferno, nem o juízo, mas o privilégio de anunciar tão grande salvação a todos homens; sem falar que sempre preguei a Graça como uma Graça para quem a anuncia como expressão da gratidão de haver sido iluminado pela maravilhosa e única salvação, que está em Cristo.

Bem, quase trinta anos depois, preparo-me para re-escrever a minha “tese”, que não é minha e nem é original, pois está explicitada na Palavra — isso para quem não tem medo de “somar” e dizer o “resultado”.

Não há nada novo debaixo do sol.

A novidade é apenas a coragem de expressar o que está “revelado”.

O problema é que há os “pregadores de etiqueta”, que sempre tentam colar em você os mais diferentes “rótulos”.

Eu, no entanto, estou livre; nunca estive tão livre, e essa liberdade não avança para além do que sempre cri e expressei, conforme a Palavra.

A diferença é que hoje digo da varanda muitas coisa que antes eu dizia no “interior” da casa.

Para quem desejar, tanto neste site, como em muitos outros livros meus, o assunto está posto sem titubeio. Sem falar que no meu livro O Enigma da Graça o tema está mais que aberto!

Deus não é judeu!

Deus não é cristão!

Deus não é protestante!

Deus não é evangélico!

Deus não é neopentecostal!

Deus é!

Nós é que somos essas “coisinhas” pequenas, e queremos que o Senhor caiba nessas caixinhas de pequenas convicções, e que calce Seus santos pés com sapatinhos de japonesa!

Agora, enquanto escrevo isto, sei que o Espírito está se revelando nas ilhas remotas, nas selvas esquecidas, nos montes inatingíveis, nas tribos perdidas, nos guetos impenetráveis e nos ambientes inalcançáveis dos corações de milhões de seres humanos!

Ora, isto sem que nenhum “missionário” lá tenha chegado!

O Espírito sopra onde quer, ou não?

Mas como eu não sei o que Deus está fazendo, eu faço o que Jesus mandou: eu prego a Boa Nova!

O meu privilégio e anunciar isso do modo como Jesus fez, e que no Evangelho é tão claro: sem religião!

Jesus não nos chamou para uma religião. Ele nos chamou para a Vida!

Quem ouvir a voz de Deus no Evangelho pregado e confirmado pelo Espírito será salvo. Quem teve a mesma chance e decidiu não crer já está condenado!

Quem nunca ouviu nada de homem algum, será ouvido por Deus e julgado por Ele —e somente por Ele— conforme a consciência que teve e de acordo com a iluminação que possuiu.

Mas ninguém é salvo sem que tenha sido por causa da Cruz e do Sangue conhecido antes da fundação do mundo: o sangue do Cordeiro!

E saibam: este Sangue tem Poder!

NEle, que é livre,

Caio

(Escrito em outubro de 2003 - Manaus)


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Reportagem

O papel da internet nos negócios

​ Diversos são os usos da internet feitos pelos empresários e microempresários. Seja para divulgar, buscar informações ou capacitação, o fato é que utilizar esse meio de comunicação ajuda muito a melhorar a qualidade dos negócios.
Todos sabem que, hoje em dia, estar conectado é uma necessidade básica para qualquer um. Se para as pessoas isso já é quase uma exigência o que dirá para as empresas. E não é só das grandes que estamos falando. Os números comprovam isso também em relação aos pequenos negócios, ou seja, para as micro e pequenas empresas brasileiras, o acesso à internet já atinge quase a totalidade delas.
De acordo com pesquisas realizadas pelo SEBRAE, 92% desses empresários usam a internet. Isso quer dizer que, quando comparado ao acesso feito pelo conjunto da população brasileira, os empreendedores se mostram bem mais conectados. A constatação é feita considerando os dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br) que indicam que 59% da população utilizam a web.
Mas isso não é tudo. Também no celular os donos de pequenos negócios batem um bolão. O uso da internet nos telefones também supera a média da população brasileira. Enquanto metade dos empresários usa seu telefone móvel para se conectar, apenas 31% da população do país fazem o mesmo.
Em outras palavras, isso que dizer que a internet é uma importante ferramenta utilizada pelos donos de pequenos negócios, seja para se capacitar ou para divulgar seus produtos e serviços. Utilizar esse meio de comunicação ajuda muito a melhorar a qualidade dos negócios. E isso é confirmado pela maioria dos empresários que usam a internet.
Para esses empreendedores e empresários, os principais motivos que os levam a utilizar a rede mundial de computadores são o uso do e-mail, a pesquisa de preços e de fornecedores, serviços financeiros e compras de insumos. Ou seja, é uma ferramenta que atende aos principais processos de qualquer empreendimento.
A importância dessa ferramenta é tão grande que os empresários a utilizam mais para os negócios que para outras finalidades. Estudos e pesquisas realizados pelo SEBRAE apontam a média de 20 horas semanais para assuntos ligados ao negócio contra 12 horas para outras atividades.
A internet também tem se tornado um importante canal de capacitação. Ainda de acordo com o SEBRAE, quase metade dos empresários têm interesse em fazer cursos pela internet. Em média, eles dispõem de cinco horas por semana para essa finalidade. E, como se sabe, ser dono de empresa implica também o desafio de se manter qualificado e atualizado. A boa gestão requer conhecimento e competência e, para isso, é preciso estar capacitado. O grande dever de casa é encontrar tempo e disponibilidade para isso. A boa qualificação do empreendedor favorece a criação de novas empresas, aumentando também a taxa de sobrevivência delas.
Seja qual for o motivo, o fato é que a internet se incorporou à vida do empreendedor e aos negócios de tal maneira que hoje é quase impossível ficar sem ela. As transações online e as facilidades oferecidas pelos dispositivos mobile conectados à internet trazem o cliente para perto da empresa como jamais aconteceu. Portanto, atenção dobrada e bons negócios.
 
Autor: EducarBrasil

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